You are my only exception
the secret is not to run behind the butterflies , is to take care of the garden so that they come until you.
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theme s-uperar; details l-oveyourself. don't copy, please.
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“(…) e porque essas lembranças, são as minhas preferidas. De quando eu era mais feliz, mas concentrada. Tinha uma auto-estima invejável, e gargalhadas que incomodavam, de tão altas e… verdadeiras.

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Posted 7 hours ago with 70 notes
originally proibidosentir

Quem quiser participar do meu follow friday é só avisar na ask viu?


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Posted 1 day ago

Vou começar o mês bem :::::::::::::::::::::::: bem longe de um follow friday.


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Posted 1 day ago with 773 notes
originally marcellohnp

Eu queria ter tido um detector de mentiras, nas vezes que você dizia me amar.
— Fasesdeummenino  (via fasesdeummenino)

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Posted 1 day ago with 580 notes
originally fasesdeummenino


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Posted 1 day ago with 9,501 notes
originally hell-over-paradise

Emocionalmente: Estou triste. Mentalmente: estou cansado. Fisicamente: eu sorrio.


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Posted 1 day ago with 4,742 notes
originally a-sweet-girl-cruel


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Posted 1 day ago with 8,422 notes
originally blackandwh-ite


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Posted 1 day ago with 2,415 notes
originally possosersuapequena

É mais que querer; é precisar!
tequila-absolut (via tequila-absolut)

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Posted 1 day ago with 1,337 notes
originally tequila-absolut

Eu estava lá na minha varanda, fumando o último cigarro que tinha no maço, me sentia um tanto deprimido, era estranho, eu nunca tinha me sentido assim, talvez era só consequência do cigarro que estava acabando ou era outra coisa, ou a falta de alguma outra coisa, sei lá, eu me sentia vazio… Então a campainha tocou, porra, vocês não tinham noção de como eu tinha preguiça de quando a campainha tocava, eu tinha me mudado a uns 10 meses e aquele prédio só tinha vizinhos babacas, velhas que reclamavam das minhas festas, amigas da minha mãe que iam sempre me levar um pedaço de bolo ou um prato biscoito -será que eu tinha cara de magrelo?- enfim, eu odiava as pessoas que moravam ali e odiava quando elas tentavam conversar comigo, logo agora que eu estava em um estado deprimido, quem ousaria me incomodar? Abri a porta e acho que nunca mais reclamaria daquele prédio sem graça… Que menina linda! Ela me olhou dos pés á cabeça e me deixou sem jeito, coisa que poucos conseguem. Eu perguntei qual era seu nome e ela respondeu com voz de criança “Marcela, meu nome é marcela.” “Quer entrar?” “Assanhado, não entro na casa de desconhecidos.” “Se não foi por me achar o maior gato e vir dar em cima de mim… O que veio fazer aqui?” “Ah, além de assanhado, você também é convencido? Que bom que estou só de passagem, vim dizer oi.” “Só oi?” “É, minha avó mora aqui e está doente, eu vou me mudar pra cá, sabe, cuidar dela… Então estou passando nos apartamentos, odeio não conhecer meus vizinhos.” “Ah, então além de bonita, você tem um bom coração… Prazer, vizinho.” Ela riu e me fez rir junto com ela, acho até que minha depressão foi embora… E então ela disse “Prazer, vizinha.” Mordeu os lábios e foi embora, antes que vocês achem vulgar, não foi uma mordida pra mostrar sensualidade nem nada do tipo, ela só deu uma mordidinha acompanhada de um sorriso sincero, como se aquilo fosse sua mania. Depois de acompanhar aquela moreninha com os olhos até que ela sumisse da minha vista, eu fui dormir, nem liguei para os meus cigarros, apenas me deitei no sofá e fiquei pensando nela até pegar no sono. Acordei com alguém me cutucando -só podia ser minha mãe, afinal, era a única que tinha a chave do meu apartamento- então abri os olhos “Oi, vizinho.” “Porra, como você entrou? Eu to de cueca, você tá maluca?” “Acho que além de boca suja, você também é lerdo… Esqueceu a porta do seu apartamento encostada, sabia? Qualquer um podia ter entrado aqui e te visto de cueca… Ainda bem que sou eu.” “Hm, entendi. Você iria sentir ciúmes se alguém além de você visse meu corpinho?” “Se toca garoto, garoto, garoto… É mesmo, você não me disse seu nome.” “Gabriel.” “Bom dia Gabriel, vê se agora tranca sua porta e coloca uma roupa, sua cueca do bob esponja não pode ser vista por ai…” Ela foi embora gargalhando e eu fiquei pensando em tudo que tinha acabado de acontecer… Espera, cueca do bob esponja? Meu Deus, acabei de aparecer com cueca infantil para a menina mais bonita que já conheci. Tenho que parar com essa mania de usar cueca antiga pra dormir… Fiquei me sentindo um idiota e os dias se passaram, tá, foram só cinco dias, mas parecia um eternidade sem ela por perto. Pode parecer clichê, mas aquela menina tinha realmente mexido comigo, eu estava fumando, como de costume e então a campainha tocou, fui correndo atender e era ela… “Oi bob” “Não se esqueceu da cueca?” “Você é engraçado. Posso entrar?” Ela realmente não tinha vergonha de nada e descobri que também não tinha medo de parecer boba ou tagarela… Ela ficou ali conversando comigo por um longo tempo, até que se sentou no chão e começou a cantar, uma cantiga infantil que eu nunca tinha ouvido. “O que é isso, Marcela?” “Ah, eu sei lá, acabou o assunto e você me parece desanimado, achei que bancar a boba poderia te fazer sorrir.” “Você é boba.” “Você não me conhece.” “Conheço o bastante para saber que você ama sua avó, odeia palavrão, tem um cabelo brilhante, fala muito, é um pouco boba, tem um sorriso lindo, gosta de morder os lábios e…” “E…?” “Me faz sorrir.” “Sério? Eu te faço sorrir? Minha avó disse pra eu não passar aqui, que você era um jovem mais rabugento do que qualquer velho que ela já conheceu e que eu nunca conseguiria te fazer sorrir.” “Sua avó me descreveu muito bem, mas… Então por que você veio?” “Eu gosto de desafios.” “Eu gosto de você.” “Não tenta jogar esse seu charme em mim.” “Você é desconfiada.” “E você gosta de descrever as pessoas, né? Vamos, agora é minha vez… Você fala palavrão, fuma, é chato, cheiroso, tem um cabelo bonito, um olho penetrante, uma risada atraente, um corpo bonito.” “Você só falou o obvio.” “Ah, esqueci… Você é metido.” “Ta escurecendo, não acha melhor você ir?” “Tive uma ideia.” Ela saiu me puxando escada a baixo, e então me entregou a chave da minha moto, eu fiquei por entender como ela tinha pegado sem eu ao menos ver. Subi na moto sem questionar nada e ela subiu atrás de mim, me abraçou com força e disse no meu ouvido “Vamos, Gabriel, dirija até o parque, eu quero te mostrar uma coisa.” Não sabia se ficava mais empolgado por ter passado à tarde com ela ou por ela estar tão próxima de mim. Interrompi meus pensamentos e parei a moto “Chegamos.” Ela disse e começou a me puxar novamente, fomos para um morro em um lado escuro do parque, onde não havia luzes, nem pessoas, ela deitou na grama e pediu pra que eu me deitasse. Preferi sentar, não queria sujar minha blusa branca, ela me chamou de fresco e deu aquela risada linda que eu estava começando a amar. Eu olhei para cima, como ela havia pedido “Porra, isso daqui é lindo.” “Porra.” “Você disse palavrão, mocinha? Acho que vou ter que lavar sua boca com sabão.” “Foi você quem me ensinou…” Eu mordi os lábios e disse “Parece que daqui podemos até alcançar as estrelas.” “Você mordeu os lábios.” “Foi você quem me ensinou.” “Você é lindo.” ela disse e pela primeira vez a vi com as bochechas rosadas de vergonha “Você fica mais linda ainda quando está tímida.” Seu cabelo caiu sobre o seu rosto e eu o tirei, ela olhou no fundo dos meus olhos de uma forma que fez meu corpo inteiro estremecer, eu a olhei, cheguei mais perto e sussurrei “Acho que você me ensinou outra coisa…” “O que?” “A amar minhas vizinhas.” ela riu e se deitou no meu colo e nós ficamos ali, ela observando o céu e eu a observando, brincando com seu cabelo como se aquele fosse o melhor momento da minha vida.
Eu não sabia o que era amar, até ela aparecer… (Ana Carolina)

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Posted 1 day ago with 76 notes
originally b-rokengirl

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